Segunda Feira, 12 de Novembro de 2018
::: EM FOCO (Por Alex Fernandes França)


14/11/2013
Apoio recusado?
Fiquei sabendo que a Prefeitura ofereceu apoio financeiro à Associação Comercial de Nova Esperança e que recebeu um não como resposta. A diretoria da entidade teria recusado tal apoio, que incrementaria a campanha de Natal, incorporando valores aos recursos já disponíveis da Associação. Quem perde com tal recusa? É claro que os comerciantes locais. Com menos recursos, menores são as possibilidades da elaboração de uma campanha melhor mais próxima de um nível satisfatório. Já que a entidade recusou tal apoio , que ela mesmo encampe os projetos natalinos, que envolvem enfeites, premiações e o marketing, tão necessários ao sucesso da empreitada. Qual a razão de não aceitar o apoio da Prefeitura? Um eventual valor abaixo do solicitado? O governo municipal oferece aquilo que é compatível às suas possibilidades financeiras. Não se pode direcionar recursos exorbitantes, que poderiam ser destinados à outros setores da administração pública, como por exemplo Saúde e Educação, para privilegiar um pequeno grupo. Cada um oferece aquilo que pode. Algo fora deste patamar seria insanidade do gestor!
Estacionamento na Praça
Conforme o Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre o Ministério Público, Prefeitura e Mitra Arquidiocesana (responsável pela Igreja Católica local) no espaço pertencente ao município está terminantemente proibido estacionar. O departamento de obras delimitou com estacas e retirou o rebaixamento da guia, deixando o meio fio no mesmo nível, onde se dificulta o acesso de carros ao espaço onde está proibido estacionar. Algo notado é que as estacas podem oferecer perigo às crianças que brincam na praça. Que tal adorná-lo com vasos de flores (floreiras) que além de proporcionar um aspecto visual muito mais interessante, diminuiria os eventuais riscos de acidentes com os pequenos? A própria igreja católica poderia, junto aos seus fiéis, encampar a iniciativa, conclamando a todos a efetuar doações para este fim, já que as estacas são colocadas justamente nos limites entre o público e o privado.
Preocupação/ árvores
A administração municipal de Nova Esperança está preocupada com a quantidade de árvores que estão sob situações de risco. A grande maioria das espécies existentes pelas ruas e avenidas da cidade foram plantadas no final dos anos 70, pelo então Prefeito Dr. Severino Ramos Bezerra. A escolha foi pela Sibibiruna, por ser uma árvore de grande porte, galhos frondosos e sombreamento extenso, chegando a medir 28 metros de altura (normalmente entre 6-18m) com até 6 metros de diâmetro da copa arredondada e muito vistosa. Acontece que o tempo passou, ventos, chuvas, envelhecimento natural das plantas e a reposição bem como manutenção das mesmas se tornou algo extremamente necessário. Seja por uma empresa particular contratada por processo licitatório ou por funcionários municipais, não tenho dúvidas de que os serviços serão executados, já que na época de fortes ventos e chuvas intensas, os riscos de queda e prejuízos são imensos.
Segurança – Situação preocupante
A série de assaltos que vem ocorrendo em Nova Esperança está gerando um mal estar entre a população e o medo de ser a próxima vítima algo notório entre todos. Estabelecimentos comerciais e repartições não escapam da audácia dos marginais. Os casos, muitos deles, estão acontecendo em plena luz do dia. Tais fatos deixam clara a idéia de que é preciso aumentar o efetivo policial bem como melhorar as condições de trabalho. A verdade é que a sensação de insegurança está imperando na cidade e a freqüência das ocorrências deixa todos em estado de alerta.
Lixo não separado: sem recolhimento
Quem não separar o lixo orgânico do reciclável não terá o serviço de recolhimento executado pela prefeitura, o que apoio totalmente. Nosso aterro sanitário já está operando na capacidade limite e se ainda tiver que absorver mais materiais que poderiam ser reutilizados pelas indústrias através do processo da coleta seletiva para posterior reciclagem, terá sua vida útil ainda mais diminuída. As crianças estão aprendendo nas escolas a importância de reciclar, porém os adultos estão estragando o planeta. Quem sabe com as gerações futuras se dê jeito ao meio ambiente já que questões culturais emperram as mudanças de hábitos! A reciclagem reduz, de forma importante, impacto sobre o meio ambiente: diminui as retiradas de matéria-prima da natureza, gera economia de água e energia e reduz a disposição inadequada do lixo. Além disso, é fonte de renda para os catadores da Cocamare.
Pedidos de falência – Alta de 16%
A Serasa Experian registrou 181 pedidos de falência no mês, alta de 16% com relação a setembro e 19% na comparação com outubro de 2012. As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 52% dos pedidos. Em seguida, aparecem as grandes e médias empresas, com 48 e 39 requerimentos de falência, respectivamente.Também houve aumento no número de recuperações judiciais, a antiga concordata. Segundo os economistas da Serasa, o aumento de pedidos tem relação com a constante alta das taxas de juros e com o atual cenário de baixo crescimento econômico.
Números de presos no ENEM
O número de presos custodiados pela Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos que se inscreveram para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aumentou 55,7% com relação a 2012 e 173%, em comparação com 2010. As provas do Enem para pessoas privadas de liberdade (PPL) serão realizadas em 3 e 4 de dezembro. Em 2013, se inscreveram, no Paraná, 1.839 internos do sistema penitenciário. Este número foi de 1.181 em 2012; 815, em 2011; e apenas 672, em 2010, de acordo com a Coordenação de Educação, Qualificação e Profissionalização de Apenados, do Departamento de Execução Penal (Depen). No ano passado, o Inep registrou 23.665 inscrições para o Enem, feitas por pessoas privadas de liberdade. Os homens foram maioria, com 20.687 inscritos. Desse total, 17.945 buscaram a certificação do ensino médio. O acesso à educação para internos do Sistema Penitenciário Brasileiro é assegurado pela Lei de Execução Penal (LEP).
Mal atendimento
Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor _ IDEC, a simpatia dos brasileiros, famosa mundo afora, tem sido colocada em xeque quando o assunto é o atendimento no comércio e nas empresas prestadoras de serviço. O tema passou a ser frequente até mesmo no Rio de Janeiro, uma das mais conhecidas cidades turísticas do mundo e que receberá a Copa do Mundo, ano que vem, e os Jogos Olímpicos, em 2016. Enquete publicada no site da Defesa do Consumidor do GLOBO mostrou que a maioria dos internautas (81%) considera o serviço ruim. O atendimento no varejo foi apontado como bom para 17% dos 208 participantes, enquanto apenas 2% disseram ser ótimo.De tão acostumados a encontrar obstáculos na relação com fornecedores, consumidores dizem estar dispostos até a pagar mais em troca de um atendimento de excelência, como mostrou a pesquisa “Qualidade do Atendimento ao Consumidor no Brasil”. Falta de informação, mau humor, tratamento grosseiro na hora da troca de mercadorias e dificuldade para solucionar problemas são algumas das queixas mais comuns feitas por clientes. Em alguns lugares está complicado comprar. Dá-se a impressão de que você está fazendo um favor de dirigir-se até o estabelecimento comercial. Em outros locais, o atendimento é de razoável a bom.

“No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos”. - Martin Luther King (1929-1968)

Fonte: Alex Fernandes França

 
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