Terça Feira, 21 de Agosto de 2018
Mistério no sumiço do dinheiro público em Uniflor


04/03/2016
Segue nesta edição uma importante matéria (página 08) que diz respeito ao sumiço das contas públicas municipais de Uniflor no valor de R$238 mil em transferências fraudulentas para uma conta corrente de um banco na cidade de Londrina – Norte Pioneiro do Paraná.  O caso causa muita estranheza e a Polícia Civil que, semana passada prendeu 06 pessoas cujas contas foram receptoras do valor, prossegue em duas importantes linhas investigativas. Uma das possibilidades é que o dinheiro possa ter sido enviado por alguém de dentro da Prefeitura de Uniflor.
A outra hipótese, não é descartada pelo Delegado Dr. Gustavo Mendes Marques de Brito é a suposta ação externa de hackers que poderiam ter invadido o sistema para operar tal transferência. O sumiço do dinheiro público foi feito de  forma fraudulenta já que não havia quaisquer objetos de pagamento de bens ou serviços via licitação ou compra direta lesa diretamente o povo uniflorense que trabalha arduamente para pagar suas taxas e impostos e espera dos órgãos públicos, principalmente da prefeitura, ações efetivas que contribuam para a melhora de sua qualidade de vida.
O súbito desaparecimento desse montante do dinheiro público ainda causa muita estranheza, numa redoma de mistério que esperamos em breve seja esclarecido. “Muito dificilmente”, segundo me afirmou o delegado que como num jogo de quebra cabeças exposto em um tabuleiro cuida de forma intensa do caso, “esses valores serão ressarcidos”, a não ser via decisões judiciais futuras, o que pode demandar tempo. Esta possibilidade dos recursos retornarem ao caixa da prefeitura é bastante remota, mas existe e é o que a sociedade daquela cidade espera.
Para que possamos ter o desfecho esperado, quem de fato operou este esquema precisa ser descoberto, já que tudo indica que os homens presos temporariamente ou pelo menos parte deles podem ter sido apenas laranjas que emprestaram suas contas pessoais em troca de algum pequeno cachê destinado para tal fim. Um dos seis detidos foi o receptor do montante global, como bem exposto na matéria impressa na página 08 deste jornal. Este primeiro a receber o depósito por sua vez pulverizou em outras contas menores com o claro intuito de iludir as investigações, lesando assim o erário. Chegar ao cabeça da organização é o grande  alvo da Polícia Civil de Nova Esperança. Em tempos de premiação do Oscar, tal enredo ganha ares de suspense e mistério, digno do grande mestre Alfred Hitchcock (1889-1990).
A população de Uniflor pode ter toda a certeza de que emprenho por parte da Polícia Civil em investigar e empreender diligências está acontecendo. Se indignar com o ocorrido é apenas uma forma de demonstrar cidadania e preocupação com este fato que lesa a todos que lá residem, afinal de contas não é sempre que desaparece uma soma tão grande, assim, arrebatada dos cofres públicos do dia para a noite.  Continuaremos vigilantes, acompanhando o caso paulatinamente e trazendo a lúmen as evoluções. Nossos nobres leitores podem ficar cientes disso!
 
 “A injustiça pode dar os seus passos, mas no final tropeçará na justiça” – Iolanda
 
Alex Fernandes França é Administrador de Empresas, Teólogo, Diretor do Jornal Noroeste e Membro da Associação dos Cronistas do Estado do Paraná.

Fonte: Alex Fernandes França

 
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