Terça Feira, 12 de Dezembro de 2017
Bye bye clientes


21/10/2016
Um problema sempre recorrente e que acaba afetando diretamente o movimento e por consequência a oferta de vagas no comércio, diz respeito à ocupação de estacionamento público na região central de Nova Esperança, por muitos comerciantes, funcionários e bancários. Existe alguma proibição de que assim o procedam? Obviamente que não, mas por bom senso, os que assim agem, deveriam deixar os espaços para os clientes e optar por estacionar nas ruas laterais.  Os que moram perto poderiam até mesmo ir ao trabalho a pé ou de bicicleta.
O descontentamento dos consumidores é generalizado. Quando vão ao centro da cidade, ficam rodando com seus carros e, ao não encontrar uma vaga, deixam de consumir no comércio local, adiando compras e esperando uma eventual ida à Maringá, quando da busca por serviços médicos e hospitalares, para então, adquirir o produto desejado. Esta é uma situação que há anos é discutida na Associação Comercial da cidade e que não consegue ser equacionada. O interessante é que alguns empresários ocupam vagas no estacionamento em frente a outros concorrentes, imaginando que o espaço em frente a sua loja ficará livre. Ledo engano, pois os outros também aplicam a mesma filosofia, vã por sinal, sendo portanto,  o comércio, maior prejudicado.
Também existem aqueles que deixam cadeiras ou outros objetos demarcando espaço, guardando vagas por horas e horas esperando os caminhões que fazem a descarga de mercadorias em seus estabelecimentos. Um ordenamento no trânsito da cidade é algo que deve ser discutido urgentemente. A implantação de uma autarquia municipal de trânsito é um assunto que necessita ser pensado pela sociedade e autoridades. A possível criação de uma zona verde é questionada por onerar o usuário do estacionamento. O paradoxo desta equação é que, sem o zoneamento verde, limitando o tempo em que o veículo poderá permanecer ali estacionado, a problemática tende a se arrastar.
Qualquer um se acha no direito de pintar o asfalto demarcando o espaço e até, chega-se a este absurdo, colocar placas indicando uma proibição em se estacionar ou limitando o tempo de permanência, tudo sem ordem, já que placas assim, não atendem aos critérios padronizados da lei de transito.  
A Acine e Acine Jovem vão retomar uma importante campanha de conscientização visando mudar a forma de pensar de muitos que assim costumam agir.
A fuga de clientes é tudo o que o empresário abomina. Para que isso deixe de acontecer, todos precisam adotar novos hábitos. Ótimas opções nosso comércio oferece. Resta possibilitar ao consumidor, acesso às lojas e isto requer primeiramente estacionar seu carro. Enquanto a prática continua, bye bye consumidores!


“Não existe sucesso ou felicidade sem o exercício pleno da cidadania e da ética global” - Carlos Roberto Sabbi

Fonte: Alex Fernandes França

 
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